Projeto Novo - Novela Literária - Capitulo 1

Olá galera!!!!
Já faz um tempo que quero começar esse projeto, além de ser amante da leitura amo escrever e tenho algumas coisas escritas que eu queria começar a compartilhar com vocês... Chamei o tema de novela literária porque a história parece ser mesmo uma novela rs, mas é uma história legal que amei demais escrever, espero que curtam e aceito críticas construtivas, então qualquer coisa pode comentar e com certeza as críticas construtivas serão bem aceitas. Eu escrevi essa história em 04/05/2009. Vamos lá?


RECOMEÇO

Classificação +15

CAPITULO 1

Nayra estava passando por mais um momento difícil em sua vida e talvez o pior naquele momento, fazia exatamente 7 dias que seu pai a deixara e ela descobriu que para obter a herança ela tinha que cumprir uma clausula onde ela tinha que conviver com sua mãe durante um ano, ela não conseguia entender do porque que seu pai fez isso, mas se sentiu um pouco chateada apesar da dor que estava sentindo com a perda, mas como seria conviver com alguém que desejou sua morte e nunca ligou para sua existência? Assim pensou Nayra no momento em que terminava de arrumar suas malas, foi tudo muito rápido, ela devia entregar a casa amanhã e amanhã mesmo já iria para São Paulo, nossa mais uma mudança radical em sua vida, ela não sabia o que a esperava em São Paulo, como seria estar diante da mulher que nunca quis saber dela, conviver com ela, não Nayra queria sumir, queria poder largar tudo e esquecer-se de tudo que aconteceu e estava acontecendo na sua vida, ela queria entender do porque ela estava passando por tudo aquilo, eram tantas aprovações e ela estava se sentindo tão perdida, ela queria tanto seu pai ali com ela, pra sentir novamente o calor de seu abraço, seu sorriso, sua voz doce e carinhosa, no seu pensamento ela não tinha mais ninguém na vida, estava perdida e sozinha, perdeu a única pessoa que amava e que a amava incondicionalmente, depois da perda de seu namorado, agora perdeu seu pai, teria que conviver novamente com pessoas estranhas, mas teria que enfrentar, não era mais uma menininha, já tinha 19 anos e dentro de alguns meses já faria 20. Nayra se cansou de arrumar as malas pegou uma foto se seu pai e começou a chorar, o olhava com tanto carinho, mas se perguntando o porquê de tudo isso, será que ele tinha esperanças de que ela e sua mãe poderiam criar uma relação de mãe filha? Isso seria impossível, Nayra tinha muita raiva de sua mãe, por ela ter a abandonado, por ter desejado que nunca tivesse nascido seu pai nunca escondeu nada de dela, sempre foi muito sincero com sua filha, e ela sempre o agradeceu por isso, mas aquela cláusula era uma verdadeira surpresa, não entrava em sua cabeça do porque ele fez isso, mas enfim ele teve seus verdadeiros motivos e por causa de alguns objetos pessoais que valiam muito pra ela, teria que suportar o verdadeiro sacrifício em conviver com aquela mulher, mas ela já tinha feito um plano, não iria ser bondosa com ela e faria o máximo para evitar algum tipo de contato, apesar de que ela achava que pelo fato dela nunca querer saber de sua existência isso não seria tão sacrificante, pois tinha certeza que a tal Stefanny também a evitaria, uma vez que ela só estava interessada no dinheiro, foi o que Nayra deduziu de acordo com os acontecimentos, na verdade ela não estava preparada psicologicamente pra essa nova mudança, mas tinha que enfrentar, pois até então ela estava com uma mão na frente e outra atrás e tinha que ir pra lá.
No outro dia bem cedo Nayra chega ao aeroporto de São Paulo, ela ficou maravilhada com a grandeza do lugar, ela já tinha viajado bastante, mas nunca se interessou em ir para o sudeste, motivo não queria encontrar sua mãe, mas achou linda a ornamentação do lugar, como a Stefanny tinha uma ótima condição financeira, Nayra imaginou que pra realmente evitar o contato ela mandaria seu motorista pra busca – la e ela estava rezando que isso acontecesse, quando foi para o local de bagagens pegou suas malas e sua frasqueira, lá tinha suas maquiagens, pois ela adorava andar arrumada, sem estar com a cara amassada e foi correndo no banheiro, pediu a um rapaz para cuidar de suas malas e entrou no banheiro, nesse ponto de cidade grande Nayra era muito inocente, ela se olhou no espelho e viu que estava muito abatida, passou um corretivo facial, uma base e um gloss nos lábios, não queria impressionar ninguém porque gostava de andar arrumada, então quando saiu achou estranho e procurou o homem que ficou olhando suas malas, eram três malas grandes, com todas as suas roupas, tinha seus objetos pessoais, mas fora o secador de cabelo e sua chapinha não tinha mais nada de valor, pois suas jóias ela carregava na frasqueira que sorte a dela e azar porque estava sem nada para se vestir mais tarde, ficou furiosa e começou a andar feito uma louca procurando por suas malas e depois foi no balcão de atendimento dizendo que foi roubada, mas ninguém lhe deu muita importância, porque disseram que não foi nenhum funcionário poderia ser alguém de fora, por isso podia ter sido qualquer um e ela ficou ainda mais furiosa já viu que morar na grande cidade não iria ser nada fácil, não bastava ter a grande dor de perder seu pai? Tinha que conviver com uma mãe que nunca a quis, e ainda foi roubada e ficou sem nada para vestir, legal e nem sabia como chegar à sua nova casa, ela sentou em um banco e ficou observando a grande multidão, daí resolveu ver se tinha alguém com uma placa escrita seu nome, pois viu isso uma vez em um filme que assistiu, daí depois de caminhar um pouco viu rapaz de terno preto bem alinhado com uma plaqueta com seu nome Nayra Mandelli, esse era o sobrenome de seu pai, pois ela não queria de jeito nenhum usar o nome da família de sua mãe,então ela se aproximou e disse...
Nayra: Oi sou Nayra Mandelli...

Eduardo a olhou dos pés a cabeça e viu que ela estava meio descabelada, abatida e totalmente perdida, daí olhou ao seu redor e pensou onde estariam as suas malas...

Eduardo: Sou o motorista da senhora Stefanny, a partir de agora o seu motorista, ela está nos esperando no carro, onde estão as suas malas?

A pergunta de Eduardo fez Nayra se lembrar que ela não deveria estar ali, que ela deveria virar as costas dizer que foi engano, mas já que estava ali tinha que enfrentar e também o pobre do motorista não tinha culpa dos últimos acontecimentos de sua vida, mas ela sofreu um estalo imediato quando também lembrou que ele disse que ela estaria no carro a esperando e não quis acreditar, porque que ela se daria o trabalho de vir até ela, uma vez que ela nem se quer se interessava por sua vida? Nayra estava confusa e precisava pensar muito rápido o que ela detestava, pois tomar decisões precipitadas não era muito bom...

Nayra: Ela veio com você, mas por quê?

Eduardo olhou pra ela incrédulo e Nayra percebeu a pergunta idiota que fez, porque o tal motorista não sabia do que tinha acontecido de o quanto que a sua “mamãe” era ruim...

Eduardo: Ela é sua mãe, porque não viria te buscar?
Nayra: Porque tudo é fachada, mas não quero falar disso com você, vamos eu estou cansada...
Eduardo: A senhora Stefanny não vive de fachada, ela é uma mulher séria e muito bondosa...
Nayra: Claro que é porque não seria, por favor, vamos embora...
Eduardo: Moça cadê suas malas?
Nayra: Você é o motorista certo?
Eduardo: Certo!
Nayra: Então, por favor, vamos embora...
Eduardo: Nossa calma, eu só estou fazendo meu trabalho, tenho que carregar suas malas.
Nayra: Você está vendo alguma mala aqui?
Eduardo: Não...
Nayra: É porque não tem, sabe eu estou cansada, cheia de dor, pra mim não está sendo fácil as coisas ultimamente e eu realmente preciso sair daqui...
Eduardo: Você é tão diferente da senhora  Stefanny, esse gênio você herdou do seu pai?
Nayra: Eu sou bem diferente dela mesmo graças a Deus, seria um pesadelo ter alguma característica dela, e não fale do meu pai, não quero qualquer um falando dele...
Eduardo: Porque ele é um rei? Não aguentou ficar com você muito tempo? Coitada da senhora Stefanny...
Nayra: Cara não fala do que você não sabe, meu pai morreu e eu estou sendo obrigada a vir morar aqui...
Eduardo: Desculpe...
Nayra: Você sempre se mete assim na vida das pessoas?
Eduardo: Eu só quero entender porque você fala mal da sua mãe que a ama tanto...
Nayra: Você não tem que entender nada, se ela te trata bem sorte sua e problema seu e dela, como eu já disse, eu não quero saber dela estou aqui para cumprir um contrato, satisfeito? Agora podemos ir? Eu estou cansada, e te peço não mexa na memória do meu pai, pra um motorista e funcionário você está sendo muito inconveniente e eu detesto esse tipo de coisa.
Eduardo: Você vai querer me demitir por causa disso?
Nayra: Isso pra você não é nada porque não sabe a dor que eu estou sentindo, mas não eu não vou te demitir por mais que você mereça não pago seu salário, pra mim você não passa de um estranho chato, eu realmente quero sair daqui dá pra ser ou vai ficar muito difícil?
Eduardo: Ok, você é que manda...

Eles finalmente saíram para o alívio de Nayra que estava muito cansada e de momento não gostou nenhum pouco do atrevimento de Eduardo, como ele poderia falar assim com ela, se ela nunca o viu, até parecia que se conheciam, ele foi muito grosso e mal educado, no pensamento dela era apenas pra ele ter se apresentado como motorista e leva – la para sua nova casa, mas ele foi muito atrevido e se meteu na sua vida, talvez ele nem tenha feito tanta coisa assim, mas naquele momento Nayra estava muito machucada e ele estava mexendo na sua ferida. Eduardo a direcionou até o carro a achando mimada e chata, não entendeu o porquê daquela revolta toda com a senhora Stefanny, que era uma mulher maravilhosa e quando ela falou que Nayra se mudaria para lá falou com tanto carinho e com tanta ansiedade que chegou a achar que elas tinham um bom relacionamento, no fim estava totalmente perdido, mas tinha que fazer seu trabalho, chegando próximo ao carro, Nayra levou um susto com tanto vislumbre, viu uma mulher de cabelos bem pretos, um Scarpan que parecia caríssimo e um terninho vermelho, e claro um celular nas mãos, Nayra ficou olhando bestificada pra Stefanny ela era muito mais linda pessoalmente e pensou não é a toa que meu pai jamais a esqueceu, mas ela tinha que ficar na defensiva não sabia o que a esperava a partir dali. Stefanny a olhou com ternura e lhe deu um sorriso, Nayra ficou séria e sem jeito daí ela ouviu...

Stefanny: Olá Nayra, fez boa viagem?
Nayra: Sim...
Stefanny: Porque a demora Eduardo?
Eduardo: Demorei pra acha – la.
Stefanny: E suas malas?
Nayra: Foram roubadas...

Eduardo olhou pra Nayra com uma cara de espanto e Nayra deu – lhe um sorriso malicioso, como se tivesse dito que ele foi injusto e que ela realmente estava cansada e não queria mesmo saber de conversa...

Stefanny: Como foi isso querida?
Nayra: Primeiro não me chame de querida, segundo essa cidade é muito estranha não se pode confiar em ninguém, se não for pedir demais eu quero ir pra essa “nova casa” e dormir...
Stefanny: Claro, entendo, mas precisamos dar queixa...
Nayra: Já tentei e não adiantou disseram que como não era funcionário credenciado eles não tinha no que se responsabilizar no mais nessas malas não tinha nada de importante só roupa, podemos ir?
Stefanny: Claro.

Eduardo abriu a porta pra Nayra e ela nem olhou na cara dele, daí ele foi para direção do carro a achando também muito arrogante. No caminho Stefanny ainda insistiu em conversar com Nayra que estava com uma cara de poucos amigos ainda olhando as paisagens pela janela do carro...

Stefanny: Como foi que pegaram suas malas?
Nayra: Eu vi um rapaz próximo ao banheiro e pedi pra ele dar uma olhada enquanto eu ia ao banheiro e ele fez que sim com a cabeça daí eu entrei.
Stefanny: Ele usou de sua boa fé...
Nayra: As pessoas daqui são assim mesmo?
Stefanny: Sim, você tem que tomar muito cuidado.
Nayra: Olha você não precisa puxar assunto comigo e nem precisa fingir que está feliz com minha presença, vamos apenas cumprir esse contrato e cada uma vai pro seu lado.
Stefanny: Eu não estou fazendo isso pelo o contrato, não preciso de dinheiro...
Nayra: Não estou interessada porque você está fazendo isso eu só quero ficar na minha, curtir minha dor em paz dá pra ser?
Stefanny: Entendo sua revolta, aconteceu mais alguma coisa nessa viagem?
Nayra: Quer saber mesmo? Um chato resolveu se meter na minha vida e achar que tinha liberdade de falar do meu pai, ta bom pra você?

Eduardo ouvia toda a conversa discretamente, mas quando Nayra disse as ultimas frases ele congelou, mas teve que continuar dirigindo normalmente...

Stefanny: As pessoas não respeitam mais ninguém.
Nayra: É, mas eu coloquei ele no lugar dele, caramba já vi que aqui vai ser difícil de conviver ein.
Stefanny: Logo você se acostuma, aqui é como qualquer outro lugar só é um pouco maior e tem um pouco mais de violência, mas tem pessoas cordiais também.
Nayra: Ai é sério Stefanny, eu não quero conversar ainda mais se for com você.
Stefanny: Você tem o gênio do seu pai...
Nayra: Ele já me falou isso.
Stefanny: Espero que você goste de ficar aqui e que seja bem mais do que 1 ano.

Nayra ficou olhando pra Stefanny e depois voltou a olhar pela janela, não entendeu porque ela estava sendo tão gentil e o porquê daquele olhar com tanta ternura, não entendia o que ela queria porque uma vez que ela não queria que ela nascesse e nunca se importou com sua existência, porque aquele tratamento todo, e Nayra percebeu que estava sem ação, mas não queria entrar nesse joguinho fingido. Eduardo ficou perplexo com o jeito que Nayra falava com Stefanny, pensou: “puxa que garota mimada e chata e porque a senhora Stefanny a deixa tratar assim?” Nayra estava adorando os prédios tinha uma arquitetura bonita, ela sempre gostou de ver prédios tinha uma sensação de liberdade e ela queria isso, ficar longe de tudo aquilo e poder chorar em paz a morte de seu pai, pois até então não tinha um momento só desde os últimos 8 dias de sua morte. Nossa ela realmente ficou fascinada com São Paulo realmente era uma grande cidade, enquanto Stefanny falava educadamente no celular, Nayra percebeu que estava chegando porque Eduardo diminuiu a velocidade e ela reparou nos muros altos em volta, com cerca elétrica tinha que ter uma baita segurança afinal lá era uma mansão e viu que realmente Stefanny não precisava de dinheiro, mas porque ela queria cumprir esse contrato isso não saia da cabeça de Nayra. Eduardo apertou um botão e o enorme portão se abriu daí ele entrou e Nayra ficou ainda mais maravilhada com o lugar tinha um enorme jardim e pôde sentir o cheiro de rosas no ar, se lembrou imediatamente de seu pai que costumava dizer que trabalhou muitos anos nesse jardim e que sua rosa preferida era a vermelha, viu um canteiro só delas e seu olhos encheram de água, mas ela não queria demonstrar a Stefanny nenhum tipo de emoção e fraqueza de sua parte, então continuou olhando tudo e Eduardo parou na entrada da casa e Nayra vislumbrou a piscina enorme, já sabia qual seria seu maior passa tempo, pois adorava nadar e já sabia que lá seria seu aquário. Quando elas desceram e entraram, Nayra ficou mais maravilhada ainda e tinha que reconhecer que a casa era linda e bom aquilo não podia ser chamado de casa, mas de um palácio, então Eduardo entrou e nem olhou mais na cara de Nayra e disse...

Eduardo: Senhora Stefanny estarei na cozinha se precisar de mim.
Stefanny: Obrigada Eduardo, mas por favor leve a frasqueira de Nayra até o quarto dela.
Eduardo: Sim senhora.
Stefanny: Então Nayra o que achou a primeira vista?
Nayra: Legal, a cidade é enorme e sua casa é belíssima.
Stefanny: ela também é sua, fique a vontade, a Camila vai te ajudar a se estabelecer na casa.
Nayra: E quem é essa Camila?
Stefanny: Minha outra filha.
Nayra: meu pai não me falou de nenhuma irmã.
Stefanny: Ela é minha afilhada e minha filha, a mãe dela era uma empregada muito querida que me ajudou muito e eu gostava bastante dela e resolvi ter a Camila sobre minha proteção, vocês tem praticamente a mesma idade acho que vão se dar bem.

É isso ai galera... Digam o que acharam nos comentários,  ficarei agradecida demais!!!!! Xero!!!!


**Esta é uma obra de ficção original. Todos os fatos ocorridos no desenvolvimento da história provém da mente da autora e suas inspirações artísticas, nenhum fato é real, assim como os presentes personagens. 
Não plagie, copiar o conteúdo dessa obra é burlar a lei nº 9.610/98 dos direitos autorais. Qualquer semelhança com nomes e personagens é mera coincidência.**


14 comentários

  1. Olá! Parabéns pelo novo projeto, sucesso para você! Gostei muito do primeiro capítulo.

    Abraços, Isabela.

    www.universodosleitores.blogspot.com.br

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  2. Olá! Interessante esse início de narrativa. Espero que você prossiga em publicá-la. Abraços!

    Nerito

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    1. Obrigada Nerito é o que eu pretendo rs Xero!

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  3. Nayra e Eduardo, senti um clima ahhaa. Gostei muito do projeto e dessa primeira parte, vou acompanhá-lo!

    Um beijo
    http://escolhasliterarias.blogspot.com.br/

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  4. Olá que projeto interessante, adorei
    esse texto seu, parabéns
    bjs

    Love Books

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  5. Dih! Amei o primeiro capítulo, estou ansiosa para saber o que vai acontecer, gostei do suspense desse contrato. Fiquei até com pena do motorista...

    Bjs e parabéns!!!

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    1. Ahhhh Suzana muito obrigada... que bom que gostou... esse projeto é para ser postado duas vezes por semana, mas por enquanto vou deixar aos domingos até dar uma organizada melhor em minhas postagens Xero!!!!

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  6. Oi Dih...
    Olha parabéns, você escreve bem.
    Sucesso sempre pra ti..

    beijos
    livrosvamosdevoralos.blogspot.com.br

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  7. Oie amiga, tudo bem com você?
    Gostaria de agradecer você pela sua visitinha em meu blog
    e também por sempre estar presente na minha vida, até porque vc tem sido uma grande amiga viu ?!
    Outra coisa, eu ainda não li o seu texto. Estou sendo sincera, até porque eu não gosto de comentar sem ler. Mas é que estou na correria aqui para poder tomar um banho, porque estou desde da hora do almoço sentada na frente desse PC acredita ? E também me ajeitando por causa da minha viagem dos EUA que vai ser na sexta feira.
    Mas olha, eu vou voltar aqui para ler o seu texto. PROMETO.
    Mas estou sendo breve agora porque estou com pressa mesmo.
    Mas eu achei bacana o seu quadro, até porque ia fazer algo assim quando eu fosse viajar, mas eu n vou ter tempo para ficar postando no blog (risos)

    Mas enfim...Me espera que eu volto tá ?
    beijinhos

    lovereadmybooks.blogspot.com.br

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    Respostas
    1. Sem problemas Sil... entendo que as vezes estamos numa correria enorme... Eu tenho um carinho enorme por vocÊ... Nossa que legal a sua viagem... aproveite muito ein!!!!

      Xero!

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